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Reforma Sindical gera preocupação PDF Imprimir E-mail
Qua, 30 de Maio de 2007 09:12

As reformas sindicais que têm a participação da Central Única dos Trabalhadores – CUT e da Força Sindical estão preocupando os sindicatos da região. A afirmação é de Ênio Antonio da Luz, presidente do Sintropab que esteve na Câmara Municipal de Pato Branco, na noite do dia 17 de março. Em sessão que contou com a presença do deputado estadual, Nereu Moura e do prefeito Roberto Viganó, Enio da Luz manifestou na tribuna da Câmara sua preocupação, assim como a dos demais sindicatos dos trabalhadores da região, representados, também, na reunião pelo Sindicato dos Metalúrgicos e Sindicato dos Bancários.

“Buscamos o apoio de todos os vereadores, independente de agremiação partidária, pois, o que está sendo proposto tende a enfraquecer nossas organizações sindicais sob o pretexto de eliminação dos chamados sindicatos de gaveta”, detalhou Ênio apontando que também é contra a existência de sindicatos sem representatividade, mas é preciso ponderar e contestar a participação de uma Central, em acordos coletivos. “Só o Sintropab tem mais de 30 acordos coletivos de trabalho e alcançou um dos melhores pisos da categoria no Paraná. Será que seria tão presente a presença de uma Central, vinda de Brasília ou outro grande centro, num processo de negociação?”, questionou o presidente ressaltando que estão buscando transformar entidades com papel de representatividade política e estratégica em organizações com fins operacionais.

Segundo o presidente do Sintropab vivemos um momento delicado para o sindicalismo, quando tentam importar modelos europeus para um país que não tem um ambiente para isto apresentando uma economia e uma condição social fragilizadas.

Enio, primeiro lugar uma iniciativa de apoio a todos o legislativo, independente de partido. É um momento delicado que devemos buscar saídas que resolvam a situação. Nossa proposta está no projeto 4554/2004, que defende a vigência do artigo 8º da Constituição Federal para que continue o atual modelo. Afinal mudanças desta ordem nada mudam para o trabalhador que precisa mais empregos, com carga tributária e encargos menores para quem gera frentes de atuação e juros menores para que alcancemos desenvolvimento. Depois, sim, iniciaremos a adoção de um novo modelo sindical.

Outro aspecto é a redução da abrangência dos sindicatos. O Sintropab, por exemplo, ficaria apenas com motoristas de carga e passageiros. Cerca de 60% das outras áreas seriam encaminhadas para outras organizações sindicais. “Temos pisos excelentes pelas negociações coletivas que, numa relação distante, não sei se seria o mesmo. Não sei o que esta reforma virá, se implementada, a beneficiar o trabalhador.”

 

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