Home Notícias Saiu na imprensa
Saiu na imprensa
Vox Populi: Serra e Dilma aparecem em empate técnico PDF Imprimir E-mail
Seg, 05 de Abril de 2010 09:17
A pesquisa foi encomendada pela TV Bandeirantes. Em relação à pesquisa anterior do Vox Populi, também encomendada pelo veículo, Serra já aparecia com os 34%, enquanto Dilma se mantinha em segundo lugar com 27%

Por Renata Camargo,
No Congresso em Foco

Pesquisa divulgada, neste sábado (3), pelo Instituto Vox Populi mostra que o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, está tecnicamente empatado com a pré-candidata do PT, a ex-ministra Dilma Rousseff, em um cenário em que o deputado Ciro Gomes (PSB/CE) entra na disputa. Sem Ciro na corrida, Serra lidera com alguma vantagem as intenções de voto.

No primeiro cenário, o ex-governador de São Paulo - que se manteve estável em relação à pesquisa de janeiro do mesmo instituto - teve 34 pontos percentuais contra 31% de Dilma, que subiu quatro se comparado a janeiro. A margem de erro da pesquisa é de 2,2 pontos percentuais, para mais ou para menos.

Nesse quadro, Ciro aparece com 10 pontos percentuais e está a frente da pré-candidata do PV, a senadora e ex-ministra do Meio Ambiente Marina Silva, que vem com 5% da preferência dos eleitores pesquisados. Votos nulos e brancos alcançaram os 7%. Nesse cenário, 13% não responderam à pesquisa.

Em um cenário sem Ciro, Serra lidera com 38% e fica em vantagem mesmo se considerada a margem de erro. Dilma vem a seguir, com 33%, e Marina alcança 7% das intenções. Brancos e nulos somam 7%, enquanto 15% não quiseram responder ao instituto.

A pesquisa foi encomendada pela TV Bandeirantes. Em relação à pesquisa anterior do Vox Populi, também encomendada pelo veículo, Serra já aparecia com os 34%, enquanto Dilma se mantinha em segundo lugar com 27%.

Naquela pesquisa, o deputado Ciro Gomes aparecia com 11% da preferência dos entrevistados, seguido da senadora Marina Silva, com 6% das intenções de voto.

O crescimento de Dilma em relação a Serra tem sido mostrado também por outras pesquisas. Em meados de março, o Ibope divulgou pesquisa mostrando que caiu drasticamente a vantagem do pré-candidato do PSDB sobre a pré-candidata do PT.

A diferença entre os dois diminuiu de 21 pontos percentuais, em dezembro, para cinco pontos percentuais em março.

 
Senado Federal lança campanha pela licença-maternidade de seis meses PDF Imprimir E-mail
Seg, 05 de Abril de 2010 09:14
"Licença maternidade de seis meses: agora é a vez da empresa" é o slogan da campanha que o Senado Federal lança, na próxima terça-feira (6), às 11h, que deverá contar com a participação de empresários e trabalhadores, ao lado do presidente do Senado, José Sarney (PMDB/AP), da senadora Patrícia Saboya (PDT/CE) e do presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), Dioclécio Campos Júnior.

O objetivo é incentivar a adesão das empresas à licença-maternidade de seis meses.

Patrícia Saboya e a SBP dividem a autoria do projeto que originou a Lei 11.770/08, responsável pela criação do Programa Empresa Cidadã, garantidor de incentivo fiscal ao empregador que conceder a prorrogação da licença-maternidade por mais 60 dias.

A campanha do Senado em favor do benefício terá o suporte de um vídeo, a ser veiculado nas emissoras públicas; cartazes; folder com o passo a passo para adesão das empresas ao programa e carta de sensibilização do empresariado ressaltando a importância da medida para o bem-estar das crianças e das trabalhadoras.

"A concessão dos seis meses de licença não é um custo, e sim um investimento no país. Afinal, todos sairão ganhando. As crianças vão crescer com mais saúde e equilíbrio emocional. E as próprias mulheres trabalharão mais motivadas e seguras", argumenta Patrícia Saboya.

Na carta ao empresariado, a senadora também relaciona dados da SBP demonstrando que a amamentação nos primeiros seis meses de vida reduz em 17 vezes as chances de a criança ter pneumonia; em 5,4 vezes a incidência de anemia e em 2,5 vezes a possibilidade de diarréia. Isso repercute, conforme acrescenta, na redução do número de internações hospitalares.

A ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, durante ato realizado em 8 de março no Rio de Janeiro (RJ), que transformou a Secretaria especial de Políticas para as Mulheres em Ministério, destacou como uma decisão importante a criação da secretaria para as mulheres para tratar de políticas públicas específicas de um segmento.

"O governo colocou como uma questão central a situação das mulheres", comemorou a ministra, e ressaltou como uma das mais importantes medidas a aprovação da licença-maternidade por seis meses.

Pesquisa

O reconhecimento pelo Senado Federal do alcance social da ampliação da licença maternidade teve como ponto de partida a aprovação unânime, e em decisão terminativa, do projeto de Patrícia Saboya pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Em menos de um ano, a proposta foi aprovada pela Câmara dos Deputados e sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Inicialmente, a medida se restringia às trabalhadoras da iniciativa privada, mas emenda do senador Paulo Paim (PT/RS), que relatou o projeto na CDH, estendeu seu alcance às servidoras públicas. Levantamento realizado pelo DataSenado, serviço vinculado à Secretaria de Pesquisa e Opinião Pública do Senado, também revelou o apoio da sociedade à iniciativa, já que cerca de 80% dos entrevistados disseram concordar com a prorrogação da licença maternidade.

Antes mesmo de a Lei 11.770/08 ser regulamentada, grandes empresas tomaram a iniciativa de conceder o benefício a suas empregadas. O Senado Federal também deu o exemplo e, desde o final de 2008, autoriza a extensão da licença maternidade por mais 60 dias para as servidoras que assim o requererem.

Nessa mesma linha de cuidados com a criança e a mulher, tramita no Senado proposta de emenda à Constituição (PEC 64/07) de autoria da senadora Rosalba Ciarlini (DEM/RN) ampliando o período de licença à gestante de 120 para 180 dias.

A matéria já foi aprovada pela Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) e aguarda votação em plenário.

 
Feriado de Páscoa já registra movimento nas estradas PDF Imprimir E-mail
Qui, 01 de Abril de 2010 10:04

Pelo menos 80 mil veículos deverão trafegar durante o feriado de Páscoa na BR-277, principal ligação entre Curitiba e o litoral do Paraná, entre hoje e domingo. A previsão é da Ecovia, concessionária que administra o trecho.

De acordo com a Polícia Rodoviária Estadual (PRE), grande parte dos motoristas que pegar a estrada nesse feriado irá para o interior do Estado. A CCR RodoNorte, concessionária que administra trechos de rodovias que ligam Curitiba ao interior do Paraná, prevê que 550 mil veículos circulem pelas rodovias rumo ao interior do Estado durante o feriado.

Segundo o tenente Sheldon Vortolin, da PRE, os motoristas deverão estar atentos. “Para garantir a segurança das famílias, teremos um efetivo maior e a presença de 14 radares de velocidade móveis”, conta. A PRF utilizará dez radares de velocidade e 80 bafômetros.

Movimento


Na Rodoferroviária de Curitiba a estimativa da administração é que 41,5 mil pessoas deixem a cidade entre hoje e amanhã. Segundo Jair José de Carvalho, administrador do local, 1,2 mil ônibus deverão deixar a capital até amanhã.

“O período de maior movimento será na quinta-feira (hoje), quando 700 ônibus sairão de Curitiba com 26 mil passageiros. Na sexta-feira (amanhã), 500 ônibus deverão deixar a cidade com 15,5 mil passageiros”, adianta. Os destinos mais procurados são o interior do Paraná (45%), Santa Catarina (20%) e litoral paranaense (15%).

 
Senado aprova Convenção 151. Texto vai à promulgação PDF Imprimir E-mail
Qui, 01 de Abril de 2010 10:02

A aprovação da Convenção 151 pelo Congresso configura-se em importante avanço nas relações de trabalho no serviço público. Parte integrante da "pauta trabalhista", sua chancela pelo Senado faz avançar a agenda dos trabalhadores no Congresso. A pauta tem agora seis proposições

convencao_151O Senado aprovou, na última terça-feira (30), o PDS 819/09 que ratifica, com ressalvas, a Convenção 151 e a Recomendação 159 da Organização Internacional do Trabalho (OIT). O projeto vai à promulgação, já que se trata de norma internacional, portanto, é prerrogativa do Congresso sancionar.

A primeira estabelece garantias às organizações de trabalhadores da Administração Pública, parâmetros para a fixação e negociação das condições de trabalho, para a solução de conflitos e para o exercício dos direitos civis e políticos.

Já a Recomendação 159 pretende, entre outras coisas, "garantir parâmetros objetivos e pré-estabelecidos para a eventual existência de direitos preferenciais ou exclusivos a determinadas organizações de trabalhadores e a previsão legal acerca dos indivíduos ou órgãos competentes para negociar em nome da autoridade pública e seus procedimentos de negociação".

De acordo com o parecer da Comissão de Relações Exteriores, cujo relator foi o senador Geraldo Mesquita Júnior (PMDB/AC), "a maior parte dos dispositivos da Convenção e da Recomendação já se encontra espelhada no ordenamento jurídico brasileiro".

O veto presidencial, que configura a ressalva na aprovação, refere-se à necessidade de se fixar em lei a remuneração dos servidores - e suas condições de trabalho - que não podem, por isso, ser objeto de simples negociação entre a autoridade administrativa e os servidores.

Pauta trabalhista
A Convenção 151, configurada no PDS 819, é parte integrante da "pauta trabalhista" ou agenda positiva do movimento sindical no Congresso Nacional, que é composta agora por seis proposições, já que a convenção foi aprovada pelo Legislativo.

Faz parte ainda dessa agenda, a proposta de redução da jornada de trabalho (PEC 231/95); o projeto de lei do salário mínimo (PL 1/07); a Convenção 158 que proíbe a demissão imotivada; a retirada do projeto de terceirização (PL 4.302/98); o fim do fator previdenciário (PL 3.299/08); e a PEC 438/01, que pune a prática de trabalho escravo.

Clique aqui e leia a redação que vai à promulgação

 
Grave acidente entre ônibus e caminhão deixa quatro mortos em Céu Azul PDF Imprimir E-mail
Qua, 31 de Março de 2010 15:39

Ônibus com 46 passageiros seguia de São Paulo para Foz do Iguaçu; 17 ficaram feridos, sendo que cinco em estado grave

Um grave acidente entre um ônibus de viagem e uma carreta causou a morte de quatro pessoas na manhã desta quarta-feira (31) na BR-277, em Céu Azul, no Oeste do estado. De acordo com informações da Polícia Rodoviária Federal (PRF), o acidente ocorreu no km 624, por volta das 5h30. Segundo informações da concessionária Ecocataratas, responsável pelo trecho, 17 pessoas ficaram feridas. Destas, cinco em estado grave. Todas as vítimas estavam no ônibus.

A colisão deixou o trânsito lento durante a manhã, pois o tráfego ficou em meia pista no local do acidente até que a carga de milho do caminhão fosse retirada da rodovia. A estrada foi totalmente liberada às 9h20. Não foram registrados congestionamentos, apenas trânsito lento, segundo a Ecocataratas.

Uma testemunha que passava pelo local no momento do acidente relatou à PRF que o ônibus teria invadido a faixa contrária. A BR-277 tem pista simples no local. O ônibus seguia viagem de São Paulo até Foz do Iguaçu (Oeste).

A carreta estava carregada com milho e seguia de Foz até Chapecó (SC). O motorista do caminhão não se machucou. Quatro ambulâncias da Ecocataratas foram utilizadas para levar os feridos para hospitais da região. O Corpo de Bombeiros também ajudou no atendimento ao acidente.

 
Desincompatibilização: dez ministros deixam Governo para disputar eleições PDF Imprimir E-mail
Qua, 31 de Março de 2010 15:38
eleicoes_2010O ministro de Relações Institucionais, Alexandre Padilha, fez um balanço das conversas que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve, nesta terça-feira (30), ao longo do dia com os ministros que deixarão o Governo por conta das eleições e disse que, ao todo, dez ministros estão saindo.

A conta exclui o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, que ainda não tomou uma decisão. Padilha informou que a nova conversa de Lula com Meirelles só deve ocorrer, nesta quarta-feira (31), depois da posse dos novos ministros, marcada para as 11 horas.

Questionado se haveria algum incômodo por parte do presidente Lula diante da indefinição de Meirelles, Padilha disse que não, porque o presidente deixa os ministros completamente à vontade na questão de disputa de cargos políticos. "O ministro que chega indeciso para conversar com o presidente, em geral, acaba ficando porque o presidente o convence", disse.

Padilha lembrou ainda que o ministro das Comunicações, Hélio Costa, vai conversar com o presidente nesta quarta às 9h, mas que ele já anunciou sua saída. Na conversa com Lula, destacou Padilha, deve ser definido o sucessor de Costa.

O ministro disse que a grande maioria, sete ministros, serão substituídos por secretários-executivos. Uma das exceções é o ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, que será substituído pelo presidente da Conab, Wagner Rossi.

Segundo Padilha, o nome de Rossi foi o único apresentado por Stephanes e Lula avaliou como o nome mais adequado. De acordo com ele, o nome de Rossi teve o apoio não só de Stephanes, como da bancada do PMDB, inclusive do presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP).

Outra exceção é no Ministério do Desenvolvimento Social, onde Patrus Ananias será substituído pela ex-secretária-executiva Márcia Lopes. Padilha explicou que Márcia havia saído do ministério para uma atividade acadêmica e está retornando e a atual secretária-executiva, Arlete Sampaio, disputará as eleições para deputada distrital em Brasília.

Padilha ressaltou que a troca no comando dos ministérios não significa mudança política. "A tendência do presidente é manter a composição política do Governo e optar por pessoas que estivessem no quadro do Governo ou que estivessem sendo indicadas pelos ministros", declarou Padilha.

Questionado se a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, será a estrela da festa desta quarta, Padilha disse que os ministros que assumem os cargos é que serão as estrelas.

"Os que saem vão brilhar em outros lugares. Na festa, quem brilha são os ministros que assumem", disse. Apesar disso, Dilma é quem fará o discurso em nome de todos os ministros que saem. A previsão é de que, além de Dilma, apenas o presidente Lula faça uso da palavra na cerimônia desta quarta. (Fonte: O Estado de S.Paulo)

Clique aqui e veja o calendário das eleições 2010

 
Previdência Social: Temer sugere acordo de aposentados com Governo PDF Imprimir E-mail
Qua, 31 de Março de 2010 15:37
temer_paim_aposentadosO presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB/SP), sugeriu que os representantes dos aposentados negociem com o Governo um acordo para a votação do PL 1/07, que dá reajuste igual para as aposentadorias e o salário mínimo.

Temer discutiu o assunto, nesta terça-feira (30), durante reunião com parlamentares e representantes da Confederação Brasileira de Aposentados e Pensionistas (Cobap). Na sessão solene em homenagem ao Dia Nacional do Aposentado, realizada no Plenário da Câmara na segunda-feira (29), a Cobap pediu a votação imediata da matéria.

De acordo com o projeto, as aposentadorias e pensões devem ser reajustadas pelo índice de inflação mais o PIB integral, como acontece com o salário mínimo. Porém, o Governo admite, no máximo, um aumento com base na inflação mais a metade do PIB.

Michel Temer não se comprometeu com uma data para colocar a matéria em votação e incentivou a busca do diálogo da Cobap com o ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência, Luiz Dulci. "Eu pedi para eles negociarem isso com o governo e com os líderes. Naturalmente, não tenho objeção de colocar o projeto no Plenário, mas é preciso que haja um certo consenso", explicou.

Temer disse que poderá pedir ao líder do governo, deputado Cândido Vaccarezza (PT/SP), para tentar marcar uma reunião da Cobap com Dulci. "Evidentemente, eu não posso impor uma visita ao ministro Dulci; ele é quem tem de decidir", ressalvou.

A Cobap reclama de não ser ouvida nas negociações sobre o tema que o Governo vem conduzindo com as grandes centrais sindicais, como a CUT e a Força Sindical.

Estratégia
Autor da emenda ao PL 1/07, o senador Paulo Paim (PT/RS) já tem uma estratégia para colocá-lo em votação no plenário da Câmara caso a negociação fracasse: a ideia é usar a tramitação da Medida Provisória 474/09, que reajustou o salário mínimo para R$ 510 e tranca a pauta das sessões ordinárias da Câmara.

"Se não houver acordo [sobre o projeto], vai ser votada a MP na semana que vem. E há duas emendas: uma exige o reajuste com base em 100% do PIB para os aposentados e pensionistas, da mesma forma que é dado ao salário mínimo; a outra fala em 80% do PIB. Claro que nós vamos trabalhar pelos 100%, e se perdermos votaremos a de 80%. O governo tem sinalizado publicamente que poderá chegar aos 80%", afirmou Paim.

Mais propostas
Os outros dois projetos prioritários para o segmento são o que acaba com o fator previdenciário (PL 3.299/08) e o que recupera as perdas dos vencimentos dos aposentados (PL 4.434/08).

O deputado Arnaldo Faria de Sá (PTB/SP) disse que apenas um deles tem condições de votação imediata em plenário: "O que pode ser votado agora, e estamos pressionando o presidente da Câmara para isso, é o fim do fator previdenciário, que traz um prejuízo de 30% a 40% para quem se aposenta, se for homem, e de até 50%, se for mulher. É uma perda irreparável que queremos recuperar".

Já o PL 4.434/08 ainda está em análise na Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ).

O presidente da Cobap, Warley Gonçalles, saiu do encontro com Temer dizendo que a palavra de ordem nos próximos dias será "pressão" para garantir a votação de todas essas propostas:

"Nós vamos continuar fazendo o movimento; estamos na rua e não vamos parar enquanto os nossos projetos não forem votados. Nós vamos contar com a colaboração do presidente Michel Temer e dos deputados".

 
Decisão sobre cintos em ônibus é questionada PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Março de 2010 16:06

A Federação dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Paraná (Fetropar) vai recorrer da decisão da 3.ª Turma do Tribunal Regional Federal da 4.ª Região (TRF4) que decidiu, no último dia 19, que motoristas de ônibus e microônibus devem ser penalizados quando os passageiros do veículo não utilizarem o cinto de segurança nas rodovias que cruzam todo o Paraná.

O motivo alegado pela relatora do processo no tribunal, desembargadora federal Maria Lúcia Luz Leiria, é o de que a não utilização do cinto de segurança constitui infração de trânsito e a penalidade deve ser imposta ao condutor, pois a ele cabe a responsabilidade pelas infrações decorrentes de atos praticados na direção do veículo.

O presidente da Fetropar, Epitácio Antonio dos Santos, afirma que a medida proposta pelo tribunal contém erros de interpretação. “A decisão não foi analisada de forma correta. Os artigos 65 e 167 do Código Brasileiro de Trânsito falam, respectivamente, da obrigatoriedade do uso de cinto pelos passageiros e sobre a multa para quem descumprir a norma. Todavia, em nenhum momento está claro que o condutor deve ser o responsável”, diz.

Para o presidente, o motorista não tem como controlar ou mesmo obrigar o passageiro a utilizar o equipamento de segurança. “O condutor, nesses ônibus, fica em uma cabine isolada. Ele não pode deixar de prestar atenção na estrada e ver quem está sem cinto. A medida é descabida e injusta, pois o infrator não é o motorista, mas sim o passageiro”, opina.

Ele diz ainda que essa medida torna a profissão inviável. “Se em toda a viagem que ele fizer perder cinco pontos na carteira de habilitação, em dois ou três dias ela será cassada, ou seja, será impossível trabalhar”.

Antonio dos Santos informa que estará se reunindo hoje em Brasília para conseguir apoio político contra esta medida. “Vou conversar com o senador Paulo Paim (PT-RS) e com o deputado Marcelo Almeida (PMDB-PR) para ver a possibilidade de alteração desses artigos. Nós também vamos ingressar no Superior Tribunal de Justiça (STJ) a fim de reverter essa situação. Estamos confiantes, pois nosso argumento é forte”, avalia.

 
Novo mínimo regional é aprovado na AL; salários variam entre R$ 663 e R$ 765 PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Março de 2010 08:53

Aprovação do projeto ocorreu após a discussão das emendas. Dessa forma, 25 parlamentares votaram a favor das emendas e 14 votaram contra

A Assembleia Legislativa do Paraná aprovou nesta segunda-feira (29) o reajuste do novo mínimo regional do Paraná. A aprovação do projeto ocorreu após a discussão das emendas. Dessa forma, 25 parlamentares votaram a favor das emendas e 14 votaram contra.

Assim, os salários passam da faixa entre R$ 605,52 e R$ 629,45 para valores entre R$ 663 e R$ 765. O reajuste precisa ser sancionado pelo governador Roberto Requião e passa a valer a partir de 1.º de maio.

O mínimo regional é pago aos trabalhadores que não têm acordo coletivo. O piso é dividido em quatro faixas salariais. O reajuste aprovado varia entre 11,9% e 21,5%. No restante do país o valor do salário mínimo é de R$ 510.

Manifestações

O presidente da Assembleia Legislativa, Nelson Justus, iniciou a sessão legislativa desta segunda-feira (29) pedindo que os trabalhadores que acompanhavam a votação do reajuste respeitassem a opinião dos deputados estaduais sobre a questão. “Por favor, nos deixem trabalhar”, pediu o presidente da Casa aos trabalhadores.

Justus lembrou também da audiência pública que ocorreu na Assembleia Legislativa no dia 18 de março e pediu que os fatos não voltassem a ocorrer. Naquela ocasião, a discussão foi suspensa por causa das manifestações dos trabalhadores contra a classe empresarial.

Fonte: Gazeta do Povo

 
Aposentadorias: Reajuste pode chegar a 8% PDF Imprimir E-mail
Ter, 30 de Março de 2010 08:52
As centrais sindicais negociam com o governo federal um reajuste maior para as aposentadorias acima de um salário mínimo (hoje, R$ 510) para este ano. A votação no Congresso deve acontecer antes das eleições.

Segundo a proposta, apresentada sob forma de emenda à medida provisória que deu o reajuste das aposentadorias neste ano, o aumento seria de 8%, em vez dos 6,14% concedidos em janeiro. Isso porque as centrais querem um aumento real (acima da inflação) igual a 80% do crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) de 2008, que daria 4,03%. O reajuste aplicado neste ano teve ganho real de 2,5%, igual a 50% do crescimento do PIB.
 


Pagina 10 de 20

Parceiros

fetropar-logo

isc-logo

cnttt

ncst


prefeitura_pato_branco

Divulgação

regulamnetaca-news

EMISSAO DE GUIAS

A nossa Cooperativa!

LOGO-COOPERATIVA_BANNER

Denuncie

denuncie

Galeria de imagens