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Representantes dos trabalhadores discutem reforma sindical PDF Imprimir E-mail
Sex, 26 de Maio de 2006 08:53

O Sintropab, junto com o Sindicato dos Bancários de Pato Branco, realizou no último dia 26 – na Associação dos Bancários do Sudoeste do Paraná – um debate sobre a reforma sindical. O assunto foi conduzido pelo presidente da Federação dos Bancários do Estado do Paraná, Gladir Antônio Basso, e contou com a participação do presidente da Fetropar, Epitácio Antônio dos Santos, e representantes de sindicatos da região de Pato Branco.

O evento teve como objetivo fazer uma discussão ampliada sobre as reformas da estrutura sindical, abordando as suas propostas, unicidade e contribuições compulsórias. Para Gladir Antônio Basso essa reforma está gerando muitas preocupações por parte dos sindicalistas. Ele diz que a reforma sindical traz no conteúdo do seu projeto efeitos prejudiciais aos trabalhadores. Gladir cita como exemplo o fim da unicidade sindical, ou seja, a representação de apenas um sindicato por categoria em cada cidade. “Com a criação de uma pluralidade sindical problemas podem acontecer, porque a base de representação faz com que haja a criação de sindicatos de gaveta e sindicatos de interesse do patronato”, comenta.

Outra questão abordada durante o debate foi sobre a proposta do governo de mudar as representações, fazendo com que as centrais sindicais estabeleçam diretamente as negociações trabalhistas. Dessa forma, de acordo com Gladir, as federações e confederações perderiam muito de seus direitos e poderes. “Entendemos que as centrais sindicais sejam regulamentadas, mas com um papel distinto do sindicato, atuando e focando em problemas nacionais e não substituindo os sindicatos e federações em qualquer situação das negociações coletivas ou individuais”, ressalva.

O presidente do Sintropab, Enio Antônio da Luz, fala que esse debate foi de extrema importância no sentido de esclarecer algumas dúvidas dos sindicalistas. Ele completa dizendo que a reforma sindicalista é um assunto delicado que precisa de uma análise minuciosa, tanto pelos trabalhadores como pelos políticos. “Não somos contra a reforma sindical, ela precisa ser realizada, mas não dessa forma que está sendo proposta. Por isso precisamos nos mobilizar e nos unir”, propõe Enio.

Última atualização em Qua, 11 de Novembro de 2009 09:03
 

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